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Notas da Autora#1

Notas da Autora#1


GENTE QUANTO TEMPO
2016 TÁ CAÓTICO DEMAIS, PELO AMOR DE RAO, ALGUÉM AINDA TA VIVO?
Eu finalmente trouxe um prologo novo!
Ainda estou escrevendo a primeira temporada e organizando tudo, então logo, logo teremos mais coisas pela frente!
Espero que gostem do novo capítulo, e que me acompanhem nessa minha jornada.
Senti saudades de vocês :v

Prólogo





Parou.

Estava tudo silencioso.

Mas isso era muito tipico daquele lugar, a não ser que fossem gritos de dor e agonia.

Geralmente, relacionado a dor, mas logo eram abafados. Naquela realidade sombria e doentia, onde o viver era fazer absolutamente tudo que deveria ser feito-qualquer atrocidade, tudo era permitido -qualquer coisa. Afinal, não havia mais leis e deuses naquele mundo.

Aquilo iria continuar. Era um ciclo vicioso e sem fim, aquele.

Odiava isso. Ter nascido nesse mundo, nessa realidade, fazer tudo as pressas, as escondidas, de um jeito mais que solitário, mais angustiante e triste.

Acordava, ainda com sono, e sentia que rapidamente deveria deixar aquele lugar.

Nessa nova realidade, nunca viveu plenos momentos de felicidade, a não ser quando achava algo para comer. Então continuou a andar, com olhos abertos e ouvidos atentos. Seus passos, tão silenciosos quanto o vazio, a levaram para inúmeros lugares, desérticos e inabitados.

Geralmente, se achasse outros, se esconderia e acharia o melhor momento de atacar.

Mas aquilo já era uma rotina em sua vida pacata.

Sobrevivia como podia, pois nunca tivera algo precioso para defender. A vida era um bem, claro, o mais preciso na verdade, mas passou a pensar nesse tal "bem" quando não estava... Lutando pra vive-la...

 A verdade, tinha algo, mas perdera.

Chame aquilo como quiser, disse a si. O importante é que estava por conta própria. E não pensaria mais nisso. Não pensaria em nada, somente o que roubar para viver o próximo dia.

Ensinaram que deveria pensar, que no dia seguinte, seria tudo melhor.

Mas tudo aquilo acabaria. Teria sido tudo em vão?

Teria sido?

Tudo aquilo que viveu, seriam na verdade, memórias, e nunca mais teria bons dias como aqueles. Deixou a era de criança para trás- pois precisou. E segurou lágrimas, apesar de uma gota salgada cair de seus olhos. Não, não choraria, e passou a mão no olho, reprimindo que a umidade continuasse.

"Engole o choro. Engole! você não pode se permitir chorar agora, não agora! Não quando todos contam com você!"

Mas agora, já não havia mais ninguém para se importar, para mostrar a sua imagem, para ser um ícone, como deveria ter sido, antes do desastre... Ah, aquele desastre.

Mas agora estava tudo em cinzas...!

Se lembrou de ter reclamado várias vezes do barulho que vinha dos outros cidadãos, quando vagava pela cidade, e a sua companhia tagarelando sem parar. Mas naquela presença... Oh Meu Arceus, como era bom ficar perto daquela criatura radiante...

E sempre que o barulho aumentava, retornava para seu lar, desfrutando do silencio. Mas agora, tudo estava tão quieto.

Não sentia o calor. Não sentia nada além de pedras duras e os seus ferimentos se curando, o que era comum, quando parava para repor as energias. Via os novos estragos que suas consequências-dizia que eram consequências necessárias- causara, e sua pele estava marcada.

Mas sua alma?

Dilacerada.

Sentia-se um peso morto que vagava por um mundo sem esperança. Sem vida.

Era um mundo vazio, cinzento, escuro, e precisava sobreviver.
O motivo? Já esquecera há muito tempo

Não... Estaria tudo perdido?

Mas acreditava que não...

Aquela sua consciência, teimosa, sempre insistia que havia algo para lutar. Não para si, mas para outros.

Que outros...?

Deveria haver alguém por ai né?

Espera, que sentimento era esse? Algo para agarrar e lhe dar forças, algo para que conseguisse seguir em frente, sim. O que era isso?

Enquanto pensava, tropeçou e caiu. Mas não se levantou, ainda não. O chão era empoeirado e frio, e por mais um instante, pensou ter ouvido o som do seu próprio coração.

"Tum-Tum...Tum-Tum"

De barriga para baixo, escondeu a cabeça em seus cabelos longos, e assim ficou por algum tempo.

Quantas vezes havia se escondido, alias?

Bah, isso não importa. Se irritou com seus pensamentos e então virou-se para o lado, encarando o céu.

Algumas nuvens estavam se mexendo... Lentamente, mas tão lentamente, que nem sequer chegou a perceber o aglomerado delas mais á direita. Elas estavam indo para essa direção.

Aquilo indicava uma coisa que conhecia muito bem. Iria chover.

IRIA CHOVER!

Com um surto de felicidade, levantou-se num salto, e quase tropeçando de novo, começou a correr pelo campo cinza e seco. Seu cabelo acompanhava seus movimentos, e quase se misturava com o capim alto, de tão finos que eram.

Um pequeno sorriso enfeitou o se rosto, e por hoje, era a unica coisa que se permitiu fazer. Sentiu algo úmido caindo em seu rosto.

Sim, aquilo era uma gota de água fria, que caiu em seu nariz.

Aquilo era... Esperança.









A Autora








                                  
  (Essa sou eu. Tadans!)







Saudações!

Sou a nova integrante da Aliança Aventuras, e tive uma chance de escrever uma Fanfiction neste blog: MYSTERY DUNGEON!


Eu me chamo Virgínia, e atualmente, estou cursando Jogos Digitais na Fatec São Caetano do Sul.

Assim como vários de vocês, leitores, aprecio a tecnologia, arte, histórias, e cultura nerd em geral. Principalmente, livros de fantasia, são os meus favoritos. 

Eu amo doces. Sério, eu adoro. E batata frita.

Não sei me descrever muito bom, como os escritores da Aliança. Mas tá sussa.

Acredito que poderia falar muito de mim, mas deixo aqui alguns meios de se comunicar comigo:




























Bem, é isso pessoal! \o

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